Enquanto o lead ainda vê "digitando…", os agentes já classificaram a intenção, atualizaram o score BANT, guardaram os dados no CRM e auditaram a resposta. O que chega do outro lado é uma conversa natural — o trabalho pesado fica invisível.
E cada decisão fica registrada na trilha de auditoria da conversa: você vê o raciocínio de cada agente, mensagem por mensagem, direto no painel.
Do "oi" do lead até a resposta no WhatsApp, nesta ordem — cada estação é um agente com um único trabalho.
Lê a mensagem e entende o que o lead quer: dúvida de produto, preço, agendamento, falar com humano. É ele que decide o rumo da conversa.
Pontua o lead de 0 a 100 em quatro dimensões (necessidade, orçamento, autoridade e prazo) — o score vivo que você vê no painel.
Percebe frustração, pressa ou entusiasmo no tom do lead e alimenta a decisão de chamar um humano na hora certa.
Captura empresa, e-mail e cargo ditos no meio do papo e preenche o CRM sozinho — sem formulário, sem retrabalho.
Mantém um resumo vivo do relacionamento: o orçamento dito na terça e o combinado de sexta continuam presentes semanas depois.
Escreve a resposta com a persona da sua empresa, seu catálogo e sua base de conhecimento — no seu tom, não no de um robô.
Confere cada resposta contra os fatos do seu negócio antes de enviar. Na dúvida, segura — inventar não é opção.
Quando a intenção é compra, anexa a oferta certa do catálogo com link de pedido — a venda não espera o expediente.
Quando um humano assume, entrega o briefing pronto: contexto, sentimento, BANT e o próximo passo sugerido.
Fora do fluxo da conversa, agentes proativos retomam quem sumiu e adaptam a comunicação — sem esperar ninguém apertar um botão.
Escreve as retomadas de quem sumiu referenciando o histórico real da conversa — nunca um 'oi, tudo bem?' genérico.
Adapta a comunicação por setor nas campanhas: a dor da imobiliária não é a da clínica, e a copy sabe disso.
Nos bastidores da plataforma, apoia a análise do nosso programa de parceiros — a mesma IA cuidando do nosso funil.
Três agentes existem só para dizer "não": à resposta sem consentimento, ao lead que deveria estar com um humano e à mensagem que fugiu do combinado. IA com autonomia exige freio — e o freio também é agente.
Transparência na primeira mensagem, consentimento registrado e opt-out imediato — antes de qualquer resposta.
Decide o momento exato de chamar um humano — lead quente, pedido explícito ou sinal de frustração.
A última trava: valida a resposta gerada antes de sair. Se algo foge do combinado, a mensagem não vai.